quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

O encontro entre a arte, música, dança e a natureza -------------------- GothicNic 2017 --------------------


Saudações amigos! Hoje venho passar a informação da nova edição do GothicNic, evento que reúne adeptos e simpatizantes da Subcultura Gótica.



No ano passado o evento ocorreu no Parque da Cidade em Feira de Santana (BA) e as pessoas se deram muito bem, afinal, conhecer gente nova com gostos iguais ou parecidos é sempre interessante.



Esse ano, a edição acontecerá dia 05/02/2017 em Ponta do Humaitá. O local está localizado no bairro da Ribeira, Salvador. A diferença entre o antigo evento e esse é que será cobrada a entrada no valor de R$15,00 para arcar com os custos do material do evento e fotografia profissional.
Se possível, pedimos que seja pago até dia 03/01 via depósito ou pessoalmente. Caso não seja possível, não se preocupem, o valor continuará o mesmo para venda na hora.



Serão bem vindos simpatizantes de todos os gêneros, pos-punk, death rock, cyber, steampunk, etc. e lembramos que o evento terá  apresentações solo e em grupo de Industrial Dance.



Para ter informações sobre o evento, como formas de pagamento, segue o contato do Scott, um dos organizadores:
(71) 9.8877.0793 - Também é whatsapp.
Quer interagir com o grupo? Mande seu número para 
(75) 9.9205.9855 - Falar com Vamp.



Os organizadores do evento esperam ansiosos pela presença dos senhores e senhoras que fazem parte deste belo mundo. Então vista seu melhor traje e leve uma cesta cheia de delícias para degustar ou uma boa e velha garrafa de vinho. Lembrando para ter cuidado ao escolher o vinho, pois a depender da temperatura, a percepção que temos da bebida fica totalmente diferente, então vinho seco não seria uma boa. Invista nos tintos ou em espumantes.

Quer dicas do quê levar para alimentação? Pão de queijo, frutas, suco (para quem não bebe), doces finos, torta salgada e pães com geleia são ótimas opções. É claro que tem muito mais coisa que seja interessante, então fica a critério.

Faça parte das afirmações da Subcultura Gótica na Bahia. Não se esqueça de levar a sua taça e não perca este maravilhoso evento!

PONTA DE HUMAITÁ, SALVADOR (BA).

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domingo, 13 de março de 2016

Serial Killers Made In Brazil.



Saudações leitores, hoje venho trazer a vocês pequenas informações de Serial Killers Made In Brasil, um livro da Ilana Casoy que possui 355 páginas e foi publicado pela editora Darkside Books.

Além de relatar o quê são Serial Killers, a obra traz histórias reais acontecidas aqui no Brasil. Para poder se envolver melhor nesse mundo que dá arrepios, contamos com fotos, entrevistas feitas com policiais,  vítimas que sobreviveram e até mesmo com as personificações do mal em terras tupiniquins, que aliás, contaram tudo com bastante frigidez.

Apesar de ter momentos que chegam a ser angustiantes, a leitura é instigada pela curiosidade e pelo modo de escrita facilitado escolhido pela autora.


Sobre o jeito de tentar ocultar o cadáver das vítimas de um dos assassinos:
"Após ver Margareth morta no quarto, pensou que deveria sumir com o corpo dali. Tirou o trinco da porta do banheiro para melhor locomoção, levou-a, e a deitou de barriga para cima. Usou instrumentos bem rústicos, na realidade, os primeiros que viu pela frente: Gilete, tesoura e faca foram os principais usados. Começou a cortar pelos seios, depois foi tirando os músculos e cortando nas articulações, a fim de que o corpo ficasse menor para poder esconder." 




Cada capítulo é dedicado a um assassino, tendo detalhes sobre a história de vida e o Modus Operandi de cada um. No livro também se tem acesso aos relatos sobre as investigações e detalhes de   como as vítimas foram encontradas, incluindo a principal causa de sua morte, como    exemplo, asfixia ou hemorragia. Há também relatos de como os assassinos foram capturados, se estão passando por tratamento psicológico e o tempo de sua pena na prisão.

Foram cinco anos de pesquisas, visitas a arquivos públicos, manicômios e penitenciárias para compor um inquietante roteiro.


Aqui vão frases citadas por alguns dos assassinos presentes no livro:

“Quando a mulher fica de carne dura, ela fica mais gostosa. 
E só fica mais gostosa quando está morta.”
Monstro do Morumbi.

“Aí eu sentia prazer em beber o sangue deles também,
mas vampiro não existe não.”
Vampiro de Niterói.

Alguns como Chico Picadinho, até citavam frases de nomes famosos em suas entrevistas:

“A gente deve assumir a própria lepra”, que faz referência a Nelson Rodrigues em Anjo Negro (1946).


Espero que minhas poucas palavras tenham atiçado a sua vontade de ler esta obra. Uma boa semana!